Sudeco estuda viabilizar projeto de ranicultura em Goiás
01/03/2019
        A Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) representada pelo diretor de Planejamento e Avaliação e o coordenador de Planos e Projetos Especiais, Roberto Postiglione e Carlos Henrique de Araujo Filho, respectivamente, participaram do lançamento da Rede de Cooperação de Empreendimentos Econômicos Solidários em Ranicultura do Estado de Goiás.

        O projeto elaborado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em conjunto com a Associação de Ranicultores do Estado de Goiás e a Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape) tem a finalidade de consolidar o setor produtivo de rãs em 20 municípios goianos com foco na resolução de problemas do mercado, realização de cursos de extensão e disponibilização de um sistema de gestão aos produtores.

        A cerimônia realizada no auditório da Secretaria de Agricultura do Estado de Goiás, em Goiânia, serviu para apresentar a proposta aos produtores e órgãos de fomento na busca por apoio político para a viabilização da rede.  “O plano foi encaminhado à Sudeco e está em fase de análise.  Há muito o que se discutir antes dese decidir quanto ao auxílio financeiro. Vale ressaltar que o apoio institucional ao setor produtivo é de extrema relevância para a autarquia”, esclarece Carlos Filho.

        A rede está estruturada em três pilares básicos: criação de um centro de pesquisa do Departamento de Zootécnica da Escola de Veterinária e Zootecnia (EVZ) da UFG parainvestigar melhorias da criação da espécie rã-touro a criação de um centro de capacitação do produtor visando à cadeia produtiva da ranicultura e o fortalecimento da Associação de Ranicultura.

      O projeto é direcionado para o desenvolvimento da criação da espécie rã-touro.  A atividade pode ser desenvolvida em pequenos espaços rurais já que grande parte do cultivo destes animais é realizado com pouca quantidade de água. A Rede de Cooperação de Empreendimentos Econômicos Solidários em Ranicultura do Estado de Goiás já conta com a adesão de 270 produtores familiares.

      Crédito: Natália Cruz  

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