História e religiosidade católica em Pires do Rio
07/05/2020
     “Pregue o evangelho em todo tempo. Se necessário use palavras.” (Francisco e Assis)!

        Os anais da religiosidade católica em Pires do Rio têm seus primeiros registros por intermédio dos padres instalados na Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Santa Cruz de Goiás e que aqui prestavam serviços numa capela filial daquela freguesia.

      Em 1944 Dom Emmanuel que era bispo em Goiás entrega algumas localidades à responsabilidade dos Missionários franciscanos provindos da Província do Santíssimo Nome de Jesus de Nova York que instalaram a Ordem no Estado e dentre os pontos encontrava-se a cidade de Pires do Rio.

      Com ideais diferenciados os franciscanos celebraram pela primeira vez os Ritos da semana Santa na cidade trazendo do povoado do Rio do Peixe um pálio que serviu para cobrir a imagem do senhor Morto durante uma procissão. Esses religiosos também começaram a determinar edificações de espaços sacros, educacionais e sociais e quando idosos repassaram suas atribuições a uma seguida geração de frades que parece ter despertado interesse pela vida religiosa em alguns piresinos, que, dentre eles se encontrava Ronaldo Alves da Silva.

       O vocacionado realizou uma primeira Profissão em 1997 recebendo sacramento da Ordem em 2004 e hoje se acha pela segunda vez à frente de sua Paróquia Berço. Risonho, equilibrado faz uso do hábito de sua fraternidade despertando admiração dos professos católicos e de fiéis congregados noutros credos.

       Seu paroquiato acolhe os auxiliares: Frei Wilmar e Frei Luíz Alberto que também se dispõem aos trabalhos eclesiásticos. O frade que outrora realizou feitos como a elevação de um cruzeiro no ponto mais alto da cidade caprichou no estilo da capela erigida ao lado.

      Frei Ronaldo retorna desenvolvendo persuasivo ofício, como já realizados: a construção da casa de uma congadeira, reformas significativas nas Capelas e no Projeto Educar para Vida (antigo CEPRH).Também  investe na aquisição de objetos sacros: adornos para procissões (lamparinas e pálios) e objetiva deliberar a restauração dos vitrais danificados e de imagens veneradas na Matriz descaracterizadas mediante verniz introduzido sobre seus torsos.

       

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