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Política

Novo presidente da Alerj será escolhido hoje

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realiza hoje, na parte da tarde, a escolha de um novo presidente. O eleito assumirá o cargo de governador até as eleições de outubro, após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro.

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Crédito: © Tomaz Silva/Agência Brasil
© Tomaz Silva/Agência Brasil

Na manhã desta quinta-feira (26), o presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Guilherme Delarori, anunciou que um novo presidente será escolhido pelo plenário na parte da tarde. O novo eleito assumirá o governo do estado até as eleições majoritárias previstas para outubro.

A convocação da eleição ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar que as eleições para governador e vice-governador do Rio de Janeiro serão realizadas de forma indireta. Essa decisão veio após a correção da certidão do julgamento que declarou o ex-governador Cláudio Castro inelegível até 2030.

Cláudio Castro renunciou ao cargo na segunda-feira (23) com a intenção de concorrer a uma vaga no Senado. No dia seguinte, o TSE o condenou à inelegibilidade por oito anos, a partir das eleições de 2022. Castro já anunciou que irá recorrer da decisão.

Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, está à frente do governo interinamente. Essa situação se deve à saída do vice-governador Thiago Pampolha para um cargo no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e ao afastamento do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar.

Ambos, Pampolha e Bacellar, foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Pampolha, além de ser condenado, deve pagar uma multa, enquanto Bacellar teve seus votos retotalizados pelo TSE e também foi declarado inelegível. A situação de Bacellar é ainda mais complicada, pois ele não exerce o cargo desde dezembro de 2025, após ser preso pela Polícia Federal durante a Operação Unha e Carne.

A decisão do STF que resultou na prisão de Bacellar foi baseada em mensagens interceptadas que envolviam uma investigação sobre o ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, ligado ao Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do Rio de Janeiro.

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